No fim de ano ocorre o chamado "amigo-secreto", onde você por meio de sorteio vai presentear um amigo (?) e um amigo (?) vai te presentear.
Muita gente acaba não gostando dos presentes recebidos, tentando trocar ou deixando-o guardado mesmo.
Pois bem. No meio dos presentes rejeitados, creio que uma grande porcentagem esteja concentrada nos livros de auto-ajuda.
O sujeito não sabe o que presentear, pensa "o cara/a fulana gosta de ler", e acaba dando um "belo" presente desses.
Nada contra Augusto Cury, Paulo Coelho e até mesmo quem dá o presente.
Mas acredito eu que um livro desses não vai ajudar em nada. No máximo, vai deixar o cara mais desolado ainda.
Na dúvida, caros, deem um vale-presente!
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27.12.10
21.12.10
Um até logo
Vou parar de despejar as palavras por aqui por um momento.
Férias, pra ser mais exato, e honesto também.
Não que escrever aqui seja um martírio - pois é pra isso que acredito que servem as férias, te deixar longe, por poucos dias, de algo que te atormenta.
Muito pelo contrário.
Não sei se quem visitou ou continua gentilmente entrando nesse espaço, aproveitou.
Mas a todos que aqui estiveram, meus sinceros agradecimentos.
Pois então. Paro hoje e retorno no próximo ano.
Prometo a todos que tomarei esse tempo para repensar algumas coisas daqui, mudar alguns assuntos, coisas das quais não gosto mais de escrever.
Mas não prometo uma cara nova. Isso depende do blog.
Pois é, ele tem vida própria.
Abraço!
Férias, pra ser mais exato, e honesto também.
Não que escrever aqui seja um martírio - pois é pra isso que acredito que servem as férias, te deixar longe, por poucos dias, de algo que te atormenta.
Muito pelo contrário.
Não sei se quem visitou ou continua gentilmente entrando nesse espaço, aproveitou.
Mas a todos que aqui estiveram, meus sinceros agradecimentos.
Pois então. Paro hoje e retorno no próximo ano.
Prometo a todos que tomarei esse tempo para repensar algumas coisas daqui, mudar alguns assuntos, coisas das quais não gosto mais de escrever.
Mas não prometo uma cara nova. Isso depende do blog.
Pois é, ele tem vida própria.
Abraço!
20.12.10
Meu conforto é diferente do seu
Quem pode curtir uma ressaca bem-merecida com os pés no mar, aproveita.
Quem pode bolar 7464 planos para apenas sete dias, com certeza não desperdiça a chance.
Agora, quem fica onde está...
Dá voltas pelo quarteirão.
Aporoveita o ventinho da sacada.
Faz suas próprias festas em casa e com a família, já que tudo está fechado e seus amigos estão longe.
Mata a vontade de ir pra praia vendo as notícias do verão, sem sucesso, uma vez que isso só aumenta sua vontade.
É... Cada um se vira como pode.
3.4.10
Feriadão santíssimo
Pedágio
Engarrafamento
Gente que anda a 80 e gente que anda a 160
Cheiro de mofo
Cama dura
Travesseiro baixo ou alto demais
Panela sem tampa
Pratos de mil cores
Copos de mil tamanhos
Baralho sem cartas
Um único canal pegando mais ou menos
Fofocas familiares
E eu consigo achar a praia um lugar relaxante.
Engarrafamento
Gente que anda a 80 e gente que anda a 160
Cheiro de mofo
Cama dura
Travesseiro baixo ou alto demais
Panela sem tampa
Pratos de mil cores
Copos de mil tamanhos
Baralho sem cartas
Um único canal pegando mais ou menos
Fofocas familiares
E eu consigo achar a praia um lugar relaxante.
14.3.10
Salvação ou ruína
Acostumar-se a acordar no mesmo horário, trabalhar ou estudar naquela hora de sempre, almoço no horário pré-determinado, depois casa ou faculdade.
De segunda a sexta (ou sábado, para os sortudos da vez).
Logo, para acabar com toda monotonia, existe o final de semana, pra te recarregar.
Isto é, se você não se acabar de vez.
De segunda a sexta (ou sábado, para os sortudos da vez).
Logo, para acabar com toda monotonia, existe o final de semana, pra te recarregar.
Isto é, se você não se acabar de vez.
21.2.10
Pelas estações
Acordar cedo no sábado para viajar para o outro lado do Estado.
Na estação, uma conhecida desconhecida também espera. A beleza continua a mesma, mas que pena, não é nesse ônibus.
Na estrada, aguardar, e muito, nas filas e engarrafamentos.
Chegar no destino,e dar adeus à tecnologia.
Banho na lagoa, no meio dos peixes.
Conversas sobre parentes desconhecidos, de lugares desconhecidos.
Acampar no meio do mato.
Na volta, as mesmas esperas, com um porém: a noite não deixa ler. O jeito é extrapolar os limites dos ouvidos durante quatro horas com seu mp3.
De volta à cidade natal, tudo volta ao normal: seu time perdeu, amanhã tem trabalho, as mesmas coisas de sempre.
Mas como amo isso daqui!
Na estação, uma conhecida desconhecida também espera. A beleza continua a mesma, mas que pena, não é nesse ônibus.Na estrada, aguardar, e muito, nas filas e engarrafamentos.
Chegar no destino,e dar adeus à tecnologia.
Banho na lagoa, no meio dos peixes.
Conversas sobre parentes desconhecidos, de lugares desconhecidos.
Acampar no meio do mato.
Na volta, as mesmas esperas, com um porém: a noite não deixa ler. O jeito é extrapolar os limites dos ouvidos durante quatro horas com seu mp3.
De volta à cidade natal, tudo volta ao normal: seu time perdeu, amanhã tem trabalho, as mesmas coisas de sempre.
Mas como amo isso daqui!
15.2.10
Desfile de quê?
Festa sempre foi praxe nesse país lembrado constantemente pela efusão nas comemorações. E não há nada maior, que reúna tanta gente, quanto o carnaval. Com o período variando entre uma noite, chegando a durar três, quatro dias ou mais em certos lugares (óbvio que não é na Bahia!), o carnaval bota todo mundo pra dançar. Pra sambar.
Mas aqui no Sul, samba, só mesmo no trabalho.
Mas aqui no Sul, samba, só mesmo no trabalho.
1.2.10
Planos
No trabalho, conversando com um colega:
-E aonde você pretende estar quando estiver com uns sessenta anos?
-Na praia... E tem coisa melhor que isso? Acordando a hora que quiser, escutar a barulho do mar a todo instante, viver tranquilo...
-É, parece legal, mas...
-E você, o que pretende?
Ao que eu respondo:
- Não sei aonde, mas com certeza, em algum lugar com muito barulho!
18.1.10
Eu amo tudo isso!
Dormir tarde e acordar cedo.
Viajar.
Sol na cara depois de tantos dias de chuva.
Escutar velharias.
Torrar.
Comer cachorro quente.
Melhor se fosse macarronada com salsicha e banana.
Viajar.
Sol na cara depois de tantos dias de chuva.
Escutar velharias.
Torrar.
Comer cachorro quente.
Melhor se fosse macarronada com salsicha e banana.
10.1.10
50 por uma
Pegando a estrada rumo ao balneário chuvoso de água e argentinos. Trânsito e uma tentiva frustrada de caminhar terminando em entrada para banhistas e roupas molhadas.
Depois de um churrasco volta-se a estrada afinal essa ainda não é.
Chegando ao balneário jaraguaense somos recebidos com gaitas, pandeiros, recos recos, um pouco pro santo e mais um churrasco.
Depois de tanto churrasco vou partir pro pão com linguiça.
Depois de um churrasco volta-se a estrada afinal essa ainda não é.
Chegando ao balneário jaraguaense somos recebidos com gaitas, pandeiros, recos recos, um pouco pro santo e mais um churrasco.
Depois de tanto churrasco vou partir pro pão com linguiça.
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