9.12.11

Sem título

Guardava aquela carta com medo de ler. Tinha medo de lembrar do que havia escrito para ela. Medo de admitir que não, nada havia acabado. Medo de ler e sentir-se tentado a entregar a carta. De viver com seu amor para sempre, mesmo que “para sempre” seja algo ilusório.

2 comentários:

Alê disse...

Alguns guardados assim devem permanecer: guardados

Aninha Kita disse...

Huum, que romântico! hehe Adorei, lindo mesmo!

Beijos, beijos!
Ana