No fim de ano ocorre o chamado "amigo-secreto", onde você por meio de sorteio vai presentear um amigo (?) e um amigo (?) vai te presentear.
Muita gente acaba não gostando dos presentes recebidos, tentando trocar ou deixando-o guardado mesmo.
Pois bem. No meio dos presentes rejeitados, creio que uma grande porcentagem esteja concentrada nos livros de auto-ajuda.
O sujeito não sabe o que presentear, pensa "o cara/a fulana gosta de ler", e acaba dando um "belo" presente desses.
Nada contra Augusto Cury, Paulo Coelho e até mesmo quem dá o presente.
Mas acredito eu que um livro desses não vai ajudar em nada. No máximo, vai deixar o cara mais desolado ainda.
Na dúvida, caros, deem um vale-presente!
Mostrando postagens com marcador futilidades. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador futilidades. Mostrar todas as postagens
27.12.10
26.12.10
Trivialidades
A pior coisa do fim de ano são os presentes. Juro. Recebê-los é até legal, mas fazer aquela cara de felicidade eterna pelo presente para que o presenteador não ache que você está decepcionado, não é comigo.
E presentear, então? Martírio total. Porque você nunca acha que o presente comprado está bom.
Mas no fim, a resposta vai ser a mesma:
"Olha, que legal!" "Muito bom, amei!"
Né não?
E presentear, então? Martírio total. Porque você nunca acha que o presente comprado está bom.
Mas no fim, a resposta vai ser a mesma:
"Olha, que legal!" "Muito bom, amei!"
Né não?
15.7.10
Mesmice
Eis que o mundo acorda depois da Copa que deixou como legado hordas de animais profetas.
Uma semana intensa de frio e chuva, a volta das discussões sobre as eleições.
Todos os meios de comunicação continuam divulgando as mesmas barbáries que se arrastam há meses.
É, a rotina tem que seguir. De todas as formas.
20.3.10
Na estrada
É muita coisa que se vê quando se espera transporte em uma das ruas mais movimentadas da sua cidade.
Além das eventuais patetices do trânsito e dos ciclistas um tanto quanto impacientes (imagina se estivessem de carro!), há também os caminhantes desavisados. Aqueles que se empolgam tanto na conversa que acabam esbarrando em alguém, ou dando aquela topada em algo.
Melhor (ou pior) mesmo são aqueles que vem falar com você, como se fossem velhos amigos seus.
Perguntam o que você está esperando, falam do tempo ou até mesmo reclamar do trânsito e do estado das calçadas.
Melhor isso do que ficar contando os carros que passam.
Na dúvida, sempre tenha consigo seu bom e velho mp3!
Além das eventuais patetices do trânsito e dos ciclistas um tanto quanto impacientes (imagina se estivessem de carro!), há também os caminhantes desavisados. Aqueles que se empolgam tanto na conversa que acabam esbarrando em alguém, ou dando aquela topada em algo.
Melhor (ou pior) mesmo são aqueles que vem falar com você, como se fossem velhos amigos seus.
Perguntam o que você está esperando, falam do tempo ou até mesmo reclamar do trânsito e do estado das calçadas.
Melhor isso do que ficar contando os carros que passam.
Na dúvida, sempre tenha consigo seu bom e velho mp3!
21.2.10
Pelas estações
Acordar cedo no sábado para viajar para o outro lado do Estado.
Na estação, uma conhecida desconhecida também espera. A beleza continua a mesma, mas que pena, não é nesse ônibus.
Na estrada, aguardar, e muito, nas filas e engarrafamentos.
Chegar no destino,e dar adeus à tecnologia.
Banho na lagoa, no meio dos peixes.
Conversas sobre parentes desconhecidos, de lugares desconhecidos.
Acampar no meio do mato.
Na volta, as mesmas esperas, com um porém: a noite não deixa ler. O jeito é extrapolar os limites dos ouvidos durante quatro horas com seu mp3.
De volta à cidade natal, tudo volta ao normal: seu time perdeu, amanhã tem trabalho, as mesmas coisas de sempre.
Mas como amo isso daqui!
Na estação, uma conhecida desconhecida também espera. A beleza continua a mesma, mas que pena, não é nesse ônibus.Na estrada, aguardar, e muito, nas filas e engarrafamentos.
Chegar no destino,e dar adeus à tecnologia.
Banho na lagoa, no meio dos peixes.
Conversas sobre parentes desconhecidos, de lugares desconhecidos.
Acampar no meio do mato.
Na volta, as mesmas esperas, com um porém: a noite não deixa ler. O jeito é extrapolar os limites dos ouvidos durante quatro horas com seu mp3.
De volta à cidade natal, tudo volta ao normal: seu time perdeu, amanhã tem trabalho, as mesmas coisas de sempre.
Mas como amo isso daqui!
15.2.10
Desfile de quê?
Festa sempre foi praxe nesse país lembrado constantemente pela efusão nas comemorações. E não há nada maior, que reúna tanta gente, quanto o carnaval. Com o período variando entre uma noite, chegando a durar três, quatro dias ou mais em certos lugares (óbvio que não é na Bahia!), o carnaval bota todo mundo pra dançar. Pra sambar.
Mas aqui no Sul, samba, só mesmo no trabalho.
Mas aqui no Sul, samba, só mesmo no trabalho.
Assinar:
Postagens (Atom)


